ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

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  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

HOSPITAIS INCENTIVA PATERNIDADE ATIVA E MAIOR APROXIMAÇÃO ENTRE PAIS E BEBÊS NO RN

 


Como forma de fortalecer o vínculo entre as gestantes, seus companheiros e as unidades de saúde, muitas instituições criam projetos de visita guiada ao ambiente onde a mulher vai ter o bebê. É o que acontece na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN/Ebserh) e no Hospital Universitário Ana Bezerra (Huab-UFRN/Ebserh). As visitas guiadas são uma forma de proporcionar ao pai uma maior aproximação, não somente com a mulher grávida, mas também com o filho ou a filha que está por nascer.

Em Natal, na Maternidade Januário Cicco, os pais são incentivados a terem um contato maior com os bebês e, por meio do Método Canguru, recebem orientações sobre cuidados e manuseio do recém-nascido, como dar banho, trocar a fralda e colocá-lo na posição vertical após ser alimentado. 

Na MEJC, o Método Canguru foi implantado em 2009, mas o estímulo para que o pai tenha mais contato com o bebê passou a ser feito a partir de 2018.

O Método Canguru é um modelo de assistência humanizada ao recém-nascido prematuro e à sua família. Faz parte do método o contato pele a pele, que começa de forma precoce e crescente: desde o primeiro toque até evoluir para a posição canguru.

“Inicialmente, os pais se apresentam inseguros, no entanto, à medida que vão participando, aprendendo, envolvendo-se nos processos, a receptividade é muito boa, passando a ser bem colaborativa. Ao ser incentivado a fazer o contato pele a pele na posição canguru, o pai dá o colo e o calor que o bebê precisa, ajudando a mãe a conseguir descansar”, comenta a pediatra Geisa Chaves. 

Para a médica, o trabalho desenvolvido na MEJC-UFRN/Ebserh é muito importante porque promove o acolhimento e a inclusão do pai na relação do binômio mãe-bebê. Com isso, a responsabilidade no cuidado do bebê é compartilhada com o pai, tornando-o consciente e ativo no processo e reforçando a estrutura familiar.

Segundo o pai de primeira viagem, Willy dos Santos, empresário, 39 anos, da cidade de Jardim de Piranhas, interior do Rio Grande do Norte, a emoção é grande em poder segurar a pequena Isaura nos braços.

"Quando estou aqui na maternidade me sinto cada vez mais próximo da minha filha e feliz em poder contribuir com a recuperação da pequena e auxiliar minha companheira", diz emocionado. "Não vejo a hora de termos alta e irmos para casa", afirma.

Ter um companheiro presente, que assume responsabilidades, faz toda a diferença para a mãe e o bebê. “A presença do pai, de forma ativa, no período de internação, que normalmente é prolongado na Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (Ucinca), proporciona um apoio emocional para a sua mulher, que vive uma tempestade de emoções, trazendo o sentimento de acolhimento, companheirismo e amor”, afirma Elisa Sonehara, fisioterapeuta da Enfermaria Canguru da MEJC. 

Segundo a profissional, isso se reflete em tranquilidade para a mãe (favorecendo a produção do leite materno), em estabilidade emocional e no empoderamento da capacidade do cuidado do recém-nascido prematuro ou de baixo peso. 

No Hospital Universitário Ana Bezerra, situado em Santa Cruz, esse tipo de atividade foi retomado recentemente, no período de pré-natal, com a realização de grupos de gestantes, em que o pai e a parceira grávida conhecem melhor o espaço. 

A iniciativa faz parte do projeto “Visita à maternidade: Estratégia de fortalecimento do vínculo entre Gestantes – Hospital – Territórios de saúde”. O projeto de extensão acolhe os grupos de gestantes da atenção primária, articula o agendamento com os municípios da V Região de Saúde e realiza as visitas guiadas nos setores de assistência materno-infantil. 

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