ABC É DERROTADO PELO TOMBENSE POR 3 A 0 E CHEGA 12 JOGOS SEM VITÓRIAS NA SÉRIE B

Imagem
  O ABC chegou ao seu 12º jogo seguido sem vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro perdeu do Tombense por 3 a 0, nesta quinta-feira (7), fora de casa. A partida marcou a estreia do técnico Argel Fuchs no comando do time potiguar. Os gols da partida foram marcados por Fernandão, no primeiro tempo, enquanto Matheus Frizzo e Alex Sandro deram números finais ao confronto na segunda etapa. Com a derrota, o ABC segue na última posição do campeonato, com 16 pontos conquistados após 27 rodadas. O time está a 11 pontos do primeiro fora da zona de rebaixamento, o Avaí. Já o Tombense chega aos 25 pontos e pode sair da área de descenso na próxima rodada. O ABC volta a campo na próxima sexta-feira (15), em partida contra o Sport, no Frasqueirão. O confronto está marcado para as 21h30.

RIO GRANDE DO NORTE COMEMORA 522 ANOS NESTA SEGUNDA-FEIRA (7)

 


O Rio Grande do Norte completa 522 anos de história nesta segunda-feira (7). A data remonta ao dia em que o Marco de Touros, símbolo da colonização portuguesa, foi implantado pelas caravelas de André Gonçalves e Gaspar de Lemos em 7 de agosto de 1501.

O Marco de Touros é considerado, por historiadores, como o monumento mais antigo deixado no litoral brasileiro. A importância dessa data comemorativa foi oficializada pela Lei estadual 7.831, aprovada em 30 de maio de 2000. Desde então, o Estado celebra essa data como um momento de reflexão sobre sua trajetória histórica e a valorização de sua identidade cultural e potiguar.

Segundo o professor Henrique Lucena, especialista na história do Rio Grande do Norte, o Marco de Touros é um verdadeiro tesouro histórico e define a posse do território pelos europeus.

“O marco era uma representação da posse do território por parte dos portugueses com o brasão da dinastia de Avis, que representava também as relações do Reino português com a Igreja católica”, explica o professor.

Ainda de acordo com o professor, o objeto é uma representação do passado que convida à reflexão da complexidade e pluralidade da nossa história. Lucena cita, por exemplo, o descaso com o monumento ao longo dos anos. A peça foi retirada da região de Touros na década de 1980, devido à exposição e depredação por parte dos moradores locais, que a consideravam como elemento sobrenatural.

“As pessoas raspavam partes do monumento para chás contra todo tipo de doenças físicas e psíquicas. Tais danos podem ser observados ainda hoje no monumento”, detalha.

Atualmente, o Marco de Touros está no Museu Câmara Cascudo, mantido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A coluna de mármore, com 1,20m de altura, permanece ereta. Apesar das fraturas e remendos, as gravuras em relevo da Cruz da Ordem de Cristo e o escudo português ainda são visíveis.

No entanto, ressalta Henrique Lucena, faltam, além da preservação física, outras ações para fortalecer o ensino da formação histórica e geográfica do território potiguar. Ele justifica isso com a retirada de conteúdos sobre o Rio Grande do Norte do ensino básico, em especial do ensino médio.

“Da mesma maneira que não conhecemos a importância e o significado da chegada dos portugueses às terras que um dia se transformam na capitania do Rio Grande, também nos afeta em relação à memória das populações indígenas e de origens africanas que povoaram o território do Rio Grande do Norte nos últimos cinco séculos, indicando uma carência tanto do ponto de vista educacional, como potencialmente de reconhecimento de uma identidade de cidadania e consequente valorização da cidade de Natal e do Rio Grande do Norte de maneira geral”, encerra Henrique Lucena.

Apesar de deixada no litoral potiguar para demarcar a posse portuguesa, a colonização efetiva do estado só aconteceu anos depois. Em 1530, o rei de Portugal dividiu o Brasil em capitanias hereditárias, e as terras que hoje compreendem o Rio Grande do Norte ficaram sob responsabilidade de João de Barros e Aires da Cunha. A primeira expedição de colonização ocorreu por volta de 1535. Mais de 60 anos depois, em 25 de dezembro de 1597, uma nova expedição comandada por Mascarenhas Homem e Jerônimo de Albuquerque desembarcou no litoral potiguar. A missão tinha como objetivo expulsar os franceses que invadiram anos antes a região.

Em 1599, para garantir maior proteção ao território, os portugueses inauguraram a Fortaleza dos Reis Magos. Nas proximidades da estrutura militar se formou o povoado que, segundo alguns historiadores, hoje é conhecido como a cidade do Natal, atual capital do Rio Grande do Norte.

Notícias mais lidas na semana.

FÁTIMA MUDA AGENDA EM BRASÍLIA E CONSEGUE APOIO PARA RETIRAR LÍDER DE FACÇÃO DE PRESÍDIOS DO RN

SELECIONADOS NA CHAMADA REGULAR DO SISU PODEM SE MATRICULAR ATÉ QUARTA

BRASIL TEM QUASE 11 MILHÕES DE JOVENS EM SITUAÇÃO DE EXTREMA POBREZA, DIZ ABRINQ

Postagens mais visitadas deste blog

AUTORIDADES PARTICIPAM DE TRANSMISSÃO DE COMANDO DA POLÍCIA MILITAR EM GOIANINHA

UFRN INICIA CADASTRAMENTO DE APROVADOS NO INTERIOR NESTA SEGUNDA-FEIRA

STF CONFIRMA QUE TRANSEXUAL PODE ALTERAR REGISTRO CIVIL SEM CIRURGIA